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Entre crianças, santas e deuses astronautas

Lula e as crianças

Dia das Crianças, Dia de Nossa Senhora Aparecida e o comércio não tem porque comemorar o feriado. Nem adiantou rezar, as vendas não são mais as mesmas. Para o comércio e para ninguém. As mentiras foram as mesmas e tantas que o caos está estabelecido. Inclusive para os pais que não puderam comprar presentes. No mundo inteiro tem gente mentindo faz muito tempo, em especial no Brasil. Inclusive para santas e santos de devoção. Mentem até para os espelhos. Continuam os mesmos, canalhas e hipócritas. Parece ser um problema do gênero humano.

Falando em gênero humano e inobstante suas graves falhas, a minha paixão também continua a mesma. Sou um apaixonado em todos os sentidos. Pelas pessoas que amo, pelos meus cachorros, pela natureza, pelos livros, pelas artes, pela música, pelo cinema, pelo teatro, enfim, pela vida. Mesmo com as imperfeições do mundo, com a permanente voracidade do ser humano em driblar a ética, a moral, os bons princípios, em massacrar a espécie humana, em síntese. A prazerosa experiência de viver permanece inoculada em minha corrente sanguínea como um vírus multiplicado em progressão geométrica.

Dentre as paixões cultivadas por esse quase sexagenário, está a sétima arte em geral e a ficção científica em particular. O meu preferido é “Blade Runner”, do mais genial dos diretores do gênero, Ridley Scott. Mas a preferência pela ficção vem de longe, talvez a partir da Odisseia de Kubrick, a majestosa obra de arte transposta para a tela, com a maestria do diretor e a magia musical de Richard Strauss, Johann Strauss Jr, Gyorgy Ligati e Aram Khatchaturian. Na verdade, a trilha original foi encomendada a um outro compositor, Alex North, sabedor da desaprovação somente quando viu o filme exibido. Stanley Kubrick optou pelos clássicos antigos.

Dia desses assisti pela enésima vez a “Contatos”, de Robert Zemeckis e protagonizado pelos excelentes Jodie Foster e Matthew McConaughey. Trata-se de adaptação da obra de Carl Sagan, um estudioso do Cosmos e entusiasta da defesa da existência de vida extraterrena. Esse filme é dos meus preferidos, pela insistência de uma jovem cientista, o contraponto religioso de um líder próximo ao governo e o desfecho espetacular do contato procurado anos a fio pela cientista agnóstica. Uma pérola para os apreciadores do tema.

Da mesma forma, sempre se buscou indícios da existência de Atlântida. Pesquisadores correm o mundo em busca de referências comprovadas de uma civilização a nos intrigar há séculos. Sobre Atlântida, Platão e Solon escreveram de forma detalhada, com indicações de sua localização, de sua configuração e de sua importância científica. Renomados escritores têm opinião sobre esse mistério, inclusive Erich von Däniken, autor de obras maravilhosas como “Eram os deuses astronautas?” e “De volta às estrelas”. Esses foram o dois primeiros de muitos livros que li sobre divindades e seres extraterrestres, me inspirando a procurar respostas desde os meus onze anos de idade.

Supostas localizações em Silves (Portugal), em Atenas e em Santorini (Grécia), com base em estudos lastreados por décadas de pesquisa, sugerem que Atlântida não foi um continente, mas uma enorme espaçonave, servindo de base para pesquisas e desenvolvimento ao longo de muitos séculos, em lugares diferentes, até desaparecer sem deixar vestígios. Se foi destruída ou resgatada por sua origem jamais se saberá. A seu respeito, os registros levantam muitas dúvidas sobre experiências genéticas, cogitando a mistura do DNA de falsos deuses como Poseidon com mulheres terrenas, gerando inúmeros pares de gêmeos. Tal qual a influência de inteligência muito avançada no desenvolvimento de seres para a exploração do trabalho ou ocupação do planeta.

Talvez nunca saibamos com precisão a origem da humanidade, nem descubramos a verdade de fenômenos cataclísmicos responsáveis pela extinção de seres diversos ao longo da história. Diante dos poucos momentos de vida humana comparada aos bilhões de anos da Terra, cabe ao menos a reflexão permanente de “Quem somos, de onde viemos e para onde vamos?”.

Minha esperança é existir quem nos observe de outra galáxia e, vendo a opressão dos humanos pelos humanos, resolva depurar a raça criada por eles para povoar essas plagas daqui. As mortes de inocentes, as guerras, as florestas e as espécies dizimadas, intolerância, ganância, roubos, assassinatos, etc, bem que poderiam inspirar uma civilização mais aperfeiçoada a separar o joio do trigo. Pode ser que já estejam com uma lista preparada e só estejam esperando o momento melhor.

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