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Chavez morreu, Hugo não.

Dilma no Plaza Athenée

O Brasil não é mais um país livre faz tempo.

Estamos agrilhoados a uma ditadura de esquerda, a um governo que aparelhou todas as instâncias do poder para se beneficiar das vantagens das decisões mais importantes. Eles fazem o que querem com plena impunidade. Mentem para o povo, roubam estatais e institutos de previdência privada, determinam regras, empossam incompetentes, ignoram a meritocracia, trocam favores entre eles e com empresários, depois cobram a conta aos brasileiros.

Ao sinal de ameaças mais contundentes, como o juiz Sérgio Moro, manipulam e retomam as rédeas dos processos, absolvendo seus canalhas e achando graça dos idiotas clamando por justiça. A justiça eles fazem da maneira que melhor apraz ao modus operandis da gestão planejada desde muito antes do mensalão. Após assaltarem bilhões do erário, decidem acabar com o financiamento privado das campanhas políticas. Assim esperam garantir sua eternização no comando da nação.

E o povo? Está dividido em classes. Os fanáticos, liderados por beneficiados pela roubalheira mas crentes em uma nova era de justiça social; os enganados, já conscientes de terem sido iludidos mas envergonhados para reconhecerem tamanha inocência; os malogrados, sempre contrários à sanha interminável dessa gente pelo poder e, last but not least, os acomodados, atordoados pela situação mas incapazes de reagirem por absoluta covardia. Em síntese, à exceção dos mais próximos do politburo tupiniquim, todos foram, são ou serão prejudicados em algum momento. Os incautos alegam que o aumento do dólar não atinge o povão, é coisa da burguesia. Não observam que até o pão sofre com o trigo dolarizado. E os supermercados remarcam, transferindo aos salários combalidos a inflação à qual os dominantes estão insensíveis.

Ficou famoso o Parédon na Cuba idolatrada por quem se apoderou do Brasil, aquela da revolução castrista do final dos anos 50. Todos os insulares inconformados com o estado implantado à força por Fidel e seu exército foram enfileirados e executados sumariamente. Milhares de pessoas foram fuziladas. Décadas se passaram e não vejo um simpatizante daquele movimento se dispor a morar em Havana. Artistas, intelectuais e políticos pertencentes à esquerda caviar passam por lá e saem rápido. Você conhece algum estrangeiro rico, importante ou famoso morador de Havana? Só a família Castro. Hoje, o comandante daquela revolução é um homem milionário, vive como um rei, mas virou um “Coma Andante”.

Os apologistas das dificuldades que os cubanos passaram anos a fio resolveram, ao assumir o governo brasileiro, financiar o regime falido de Fidel, desviando milhões do nosso dinheiro, dos nossos impostos para a ilha da desilusão. Depois do muro derrubado em Berlim, da dissolução da União Soviética, nada foi mais emblemático do que a deterioração daquele regime de exceção em Cuba. O retrógrado Foro de São Paulo mumificou Hugo Chavez e injetou o nosso suado dinheiro no regime bolivariano por todo o continente. Os discursos são inflamados, a realidade já se vê na Venezuela, na Bolívia, no Paraguai e, por que não reconhecer, no Brasil. A conta, o desgoverno brasileiro apresentou para nós.

Os arautos do desgoverno dizem estarmos em crise, nos pedem compreensão para novos impostos e nos impingem cintos apertados. Enquanto isso, a responsável pelo estelionato eleitoral de 2014 desembarca em Nova York com a sua filha e seu séquito a tiracolo. Se instalaram no Hotel Plaza Athenée, um cinco estrelas mais caro do que o Waldorf Astoria, ávidas para usar os seus cartões corporativos no comércio ianque, no berço imperialista. Em plagas brasileiras aumentam os impostos, fazem acordos espúrios para aprovarem seus desmandos e o povo só observa. Os fanáticos, os enganados, os malogrados e os acomodados precisam se transformar nos inconformados, nos rebelados, nos revoltados, nos defensores de um país tomado por interesses exclusivamente partidários.

Até quando o Brasil assistirá passivo pela derrocada de sua gente, de sua moral, de seu amor próprio? Que país legaremos para os nossos descendentes? O bagaço do que essa gente está chupando? Não se trata mais de ideologia política, de oposição ou situação, de vermelho ou verde, mas de resistência. Está mais difícil a cada dia para nós, responsáveis pela conta das mordomias, assaltos, escândalos, riqueza, imoralidade, aética, canalhice dessa gente.

ATÉ QUANDO, BRASILEIROS?

BRASIL, MOSTRA A TUA CARA!

ACORDA, BRASIL!

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