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A Copa imita a vida

Quartas 3Quartas 4Quartas 1Estreei na Copa do Mundo no Maracanã lotado para França x Alemanha. Fiquei satisfeito de me encontrar com franceses, alemães, colombianos, croatas e tantos outros amantes do futebol como eu, apenas falando outro idioma. Bem observado pelo meu filho, eu estava mais feliz do que pinto no lixo. Mas, a Copa imita a vida. Há os luminares e os sombrios, os que mordem e os que agridem, os que vencem e os que perdem. Para cada ser feliz há vários idiotas espreitando, lamentando não terem a mesma sorte, buscando destruir o que não podem possuir. A contusão do Neymar foi causada por um deles e doeu muito em cada apreciador do bom futebol, em especial nos brasileiros.

Por essas e outras sou radical em algumas situações, precisamos de punições rigorosas e exemplares, que atemorizem os cretinos. Sou a favor da execução por empalamento em praça pública de políticos corruptos desviando verbas que deixam de salvar vidas em hospitais, de melhorar vidas em escolas. Sou a favor do banimento do esporte de atletas que agridem violenta, intencional e maldosamente seus companheiros de profissão. A falta é um recurso de jogo. A falta criminosa é demonstração de conduta marginal, de desvio de caráter, de ameaça ao ser humano.

É muito fácil e comum para esses canalhas pedirem desculpas após perpetrarem suas obras anormais, a falta de caráter oferece essas vantagens. O sujeito comete um ato insano dessa natureza e depois aparece com a cara mais deslavada para dizer que não teve a intenção de machucar. Com a complacência de um árbitro acomodador, o cretino já entrara no joelho do Hulk com a mesma irracionalidade e agora alega ser inocente? Trogloditas como os Zunigas tinham que ser banidos do futebol, não importa se por atingir a coluna do Neymar na Copa, a do Robben na Champions League ou a do Jacozinho no campeonato da Terceira Divisão. São animais capazes de qualquer ataque para saciar a fome de alcançar o objetivo. Muitas vezes são invejosos travestidos de vingadores, exterminando a luz dos estelares. Há seres sombrios como esses que não aceitam outros brilhando.

Observem em reuniões, sociais ou profissionais, como existem semelhanças ao que tratamos aqui. É bastante simples se identificar gente dessa espécie, os que se incomodam com o brilho pessoal de terceiros, com o sucesso e com a felicidade alheia. São daquele tipo que abomina quando os de luz própria chegam e são admirados por sua performance. São imbecis que abrem mão de suas vitórias apenas em prol do prazer de ver a derrota dos outros. Esses antropófagos do talento têm uma sanha destruidora, abjeta. E podem dizer que é mimimi, pouco me importa. O que me agride é a injustiça de um sonho destruído, um projeto de vida destroçado, uma carreira ameaçada por uma índole perversa.

Esses facínoras têm que ser punidos com rigidez extrema. Não há melhor maneira de inibir o comportamento doentio desses marginais. O órgão mais sensível do corpo desses anormais é o bolso. Portanto, o banimento do esporte vai acertar em cheio o calcanhar de Aquiles desses infelizes, vai retorcer suas vísceras, vai torturá-los com uma dor permanente, maior do que a que impingiram em suas vítimas. E, mais importante, evitará a possibilidade de reincidência. Precisamos de exemplos extremos que assustem outros criminosos potenciais. Precisamos extinguir as subraças degeneradas dos políticos inescrupulosos, corruptos e imorais, dos atletas desprovidos de caráter, enfim, de toda a vileza desses zumbis rondando a alma dos seres normais. Precisamos bani-los do nosso convívio, extirpar esses tumores do corpo da sociedade antes que virem maioria e voltemos às trevas.

RIGOR MÁXIMO COM OS FILHOS DA PUTA EM QUALQUER ATIVIDADE!

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